Olho sempre em frente, perscruto os horizontes; por mais inesperada ou deslumbrante que seja a paisagem, concentro-me sempre nas pessoas que a ocupam, nas pessoas que se aproximam. Para nada, claro. Tanta gente que passa por mim sem sequer me olhar, sem reparar que existo; gente deslumbrada com paisagens, talvez. Ou serei eu invisível?